Chay narrando
Estava almoçando com minha mãe e minha filha, quando chega aquela sem noção da minha vizinha. E ela sentou justamente na mesma mesa que nós. Minha mãe puxou logo assunto com ela, que as vezes olhava para mim. Em meio a conversa, descobri que ela se chamava Melanie, mas todos a conheciam mais como Mel, a menina que estava com ela era sua filha e tinha sete anos. Ela veio da cidade grande trabalhar como professora, e que ainda ela daria aula na mesma escola que Laura estudava. Mel e minha mãe conversaram durante o almoço todo, Laura e Isabela ficaram brincando juntas, na hora de irmos embora, minha fez um convite a ela.
Hérica: Mel, vamos até a minha casa, gostei tanto de conversar com você. E minha neta se deu tão bem com sua filha. Vou preparar um café fresquinho pra gente.
Mel: Muito obrigada pelo convite, Hérica, mas deixa pra próxima. Eu estou muito cansada, depois que arrumei aquela casa toda, preciso relaxar na minha cama. - elas riram.
Chay: Deve está cansada mesmo. Dançou a manhã toda com aquela música alta e irritante. - provoquei.
Mel: Olha aqui meu senhor, você não tem nada a ver com isso.
Chay: Claro que tenho, a senhora acorda com as galinhas, liga o som da sua casa na maior altura e acha a coisa mais normal do mundo. - disse um pouco alto.
Mel: Eu faço o que eu quiser, você não manda em mim! - ela gritou.
Hérica: Gente, por favor! Olhem as crianças aqui, as pessoas todas olhando.
Mel: Me desculpe, Hérica. Mas é que seu filho me tira do sério.
Chay: Você que é uma abusada sem noção.
Hérica: Chega gente. Por favor! Mel, me desculpe pelo meu filho. - minha me olhou com cara de braba.
Mel: Tudo bem, estou acostumada a lidar com crianças. - ela me olhou rindo e eu a fuzilei com olhar
Hérica: Mel, hoje passa, mas o convite vale pra outro dia.
Mel: Pode deixar que eu vou com maior prazer. Elas se despediram com um abraço, Mel também deu um beijo em Laura e nós saímos do restaurante.
No caminho pra casa, minha mãe só falava na Mel. Como ela era linda, simpática e blá, blá, blá. Quando chegamos em casa, ela continuou falando.
Hérica: Nossa, eu gostei tanto de conhecer a Mel. Ainda mais depois que descobri que ela é nossa vizinha.
Chay: Mãe, chega de falar nessa senhora né? - disse bufando.
Hérica: Por que, Chay? Ela é uma pessoa tão boa e simpática, não sei porque você não gosta dela.
Chay: Eu nunca disse que não gostava dela, nem a conheço direito. Mas pelo pouco que conheci deu pra perceber que ela é bem abusada.
Hérica: Você só está falando isso por causa do aconteceu hoje de manhã. Esquece isso meu filho, já passou. Sabe o que eu acho? - ela me perguntou com sorrisinho de lado.
Chay: O que?
Hérica: Eu acho que você deveria conhecer a Mel melhor. Ela é tão linda, boa pessoa e melhor de tudo não é comprometida.
Chay: Mãe, a senhora está maluca né? Nunca que eu vou ter alguma coisa com essa mulher, ela não tem nada a ver comigo.
Hérica: Mas é ai que tá, meu filho. Os opostos se atraem, e vocês formariam um casal tão lindo. - ela suspirou. minha mãe estava ficando louca já.
Chay: Mãe, por favor né? Chega desse assunto, vou ver o que as meninas estão fazendo . - disse e saí. Minha mãe estava completamente louca, eu nunca que iria ter nada com aquela abusada. Linda, maravilha, mas abusada e arrogante.
Mel narrando
Depois de um almoço bem agradável, a não ser pela má companhia do meu vizinho Chay. A mãe dela era um amor de pessoa, ficamos conversando quase o almoço inteiro, a filha dele também era um encanto de menina, toda delicada. Eu daria aula na mesma escola que ela estudava, Isabela também estudaria lá. Quando cheguei em casa fui direto tomar um banho, Isabela tinha me pedido pra brincar com Laura, eu não queria deixar, não queria incomodar ninguém, mas Hérica acabou me convencendo, ela disse que não teria problema nenhum e ficou super feliz que Laura agora tinha uma amiguinha para brincar. Depois do banho, eu me deitei um pouco em minha cama para descansar, peguei um livro e comecei a ler um pouco. Estava concentrada no livro, quando de repente vem a imagem de Chay na minha cabeça. Mas por que eu estava pensando nele? Um cara grosso, rabugento. Mas eu não poderia negar que além de tudo ele era um homem muito lindo, charmoso. Balancei a cabeça negativamente e voltei a me concentrar no livro.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
Capítulo 2
Chay narrando
Acordei ás sete e meia da manhã com um barulho de música insuportável. Parecia até que estavam fazendo uma festa na minha casa. Fui até a janela pra ver de onde vinha o barulho. Não vi nenhum carro de som pela rua, até descobri que o som vinha da casa dos meus novos vizinhos. Era muito cedo ainda, porque eles estavam ouvindo música uma hora dessas? Fiquei muito incomodado, todos na minha casa estavam dormindo ainda, inclusive minha filha. Troquei rapidamente de roupa, lavei o rosto, escovei os dentes e saí. Não poderia admitir uma falta de respeito dessas. Quando cheguei em frente a casa, algumas portas e janelas estavam abertas, toquei a campainha e esperei. Depois de alguns segundos, apareceu uma mulher, e que mulher, ela era muito linda. Ela usava um top azul escuro, deixando sua barriga a mostra e usava também um short curto, seu cabelo estava com um rabo de cavalo. Ela se aproximou e abriu o portão.
Mel: Pois não? - ela perguntou me olhando da cabeça aos pés.
Chay: Bom dia, senhora. Eu me chamo Chay, sou morador da casa ao lado. Bom, ainda não são nem oito da manhã e o som da sua casa está me incomodando. - disse direto. - A senhora não poderia ligar mais tarde?
Mel: Bom meu senhor, quando eu comprei a casa, não assinei nada que me impedisse de ligar o som a hora que fosse. E você não pode me impedir de fazer o quero dentro da minha casa.
Chay: Não estou te impedindo de nada, só acho que não é hora de se escutar um som, ainda mais nessa altura. Eu tenho uma filha pequena e minha mãe que moram comigo, trabalho a semana inteira e único dia que eu posso descansar e acordar um pouco mais tarde, a senhora não deixa.
Mel: Então o senhor veio até aqui me repreender por está com o rádio ligado? - assenti. E me sugere que eu desligue? - assenti de novo. - E se isso não acontecer?
Chay: Se isso não acontecer eu terei que chamar a polícia. A escolha é sua.
Mel: Mas você é muito abusado hein. - ela agora falava um pouco alto.
Chay: Abusado eu? Você que não respeita os seus vizinhos, acabou de chegar no condomínio, nós temos regras, isso aqui não é bagunça. - disse também alto.
Mel: Meu senhor, eu não cumpro regras. agora se me der licença, eu tenho mais o que fazer. Tchau! - ela saiu fechando o portão na minha cara. Abusada. o que ela tinha de linda tinha de abusada, prepotente. Mas isso não iria ficar assim.
Mel narrando
Depois de alguns dias, minha casa já estava toda montada, tudo em seu lugar. Só faltava uma boa limpeza. No domingo, Isabela e eu acordamos cedo para começar a limpar, minha filha adorava essas coisas de arrumar e limpeza, ela era bem limpa e gostava de tudo no lugar. Começamos a arrumar o andar de cima, eu arrumei meu quarto e limpei o banheiro, Isabela arrumou o quarto dela. Depois fomos para o primeiro andar. Estava tudo muito tranquilo, um silêncio que estava me incomodando, decidi ligar o rádio, liguei um pouco alto, mas não me importei. Continuamos arrumando até que tocaram a campainha. Quando saí pra atender, me deparei com um homem maravilhoso, lindo, gostoso. Tudo de bom. Ele disse que se chamava Chay e era meu vizinho. Veio me dizer que o som da minha casa estava o incomodando devido ao horário. Ele falou, mas eu nem liguei, bati o portão na cara dele e entrei, eu não era mal educada, mas ele veio até a minha casa me dizendo o que eu deveria fazer. Depois de mais ou menos uns quarenta minutos, a polícia bateu na minha casa, fui obrigada e desligar o rádio. Aquele meu vizinho, idiota, lindo, charmoso iria me pagar. Isso não iria ficar assim.
Depois que Mel foi obrigada pela polícia a desligar o rádio, ela entrou pra casa revoltada, no fundo ela sabia que estava errada, mas o orgulho jamais a deixaria admitir. Por fim, ela e Isabela terminaram de arrumar a casa. Elas tomaram banho e Mel decidiu sair com a filha para almoçarem fora. Quando elas chegaram ao restaurante, uns dos pouco da cidade, estava bastante cheio, elas ficaram algum tempo esperando, até que a recepcionista veio até elas.
Recepcionista: Senhora, me desculpe, mas estamos lotado. Se a senhora não se importar, temos dois lugares em uma mesa já ocupada, o senhor que está não se importa que sentem mais duas pessoas.
Mel: Mas eu vim pra amoçar com a minha filha, vou ficar na companhia de estranhos?
Recepcionista: Me desculpe, senhora, mas só temos essa opção, ou a senhora espera mais algumas horas.
Isabela: Ah mamãe, vamos por favor! Eu estou com muita fome.
Mel: Tudo bem, vamos entrar. elas entraram no restaurante, a recepcionista as levou até a mesa em que elas sentariam. Quando elas chegaram a mesa, Mel não estava acreditando no que via.
Mel: Ora se não é o meu vizinho reclamão. - ela disse sarcástica.
Chay: Não acredito que é a senhora que vai sentar aqui. Eu não quero essas senhora aqui. - Chay disse para a recepcionista.
Recepcionista: Senhor, não temos mais lugares, estamos com o local cheio.
Chay: Eu não estou nem aí, aqui essa senhora não senta. - Mel olhava pra Chay com uma cara super brava.
Mel: Eu não preciso passar por isso, vou procurar outro lugar para almoçar. -disse saindo.
Isabela: Mamãe, estou com muita fome. - a menina reclamou e a mãe de Chay entrou na conversa.
Herica: Chay, que isso meu filho. Não custa nada deixarmos a moça sentar conosco. Pode se sentar querida. - ela levantou a puxou Mel até a cadeira. - E você meu amor, senta aqui do meu lado. - disse com Isabela que foi se sentar ao lado dela. Todos se sentaram e fizeram seus pedidos, Chay e Mel se encaravam a todo momento. Será que eles teriam um almoço tranquilo?
Segundo capítulo, amanhã eu posto PR, ainda estou pensando no capítulo. Espero que gostem. Beijos <3
Acordei ás sete e meia da manhã com um barulho de música insuportável. Parecia até que estavam fazendo uma festa na minha casa. Fui até a janela pra ver de onde vinha o barulho. Não vi nenhum carro de som pela rua, até descobri que o som vinha da casa dos meus novos vizinhos. Era muito cedo ainda, porque eles estavam ouvindo música uma hora dessas? Fiquei muito incomodado, todos na minha casa estavam dormindo ainda, inclusive minha filha. Troquei rapidamente de roupa, lavei o rosto, escovei os dentes e saí. Não poderia admitir uma falta de respeito dessas. Quando cheguei em frente a casa, algumas portas e janelas estavam abertas, toquei a campainha e esperei. Depois de alguns segundos, apareceu uma mulher, e que mulher, ela era muito linda. Ela usava um top azul escuro, deixando sua barriga a mostra e usava também um short curto, seu cabelo estava com um rabo de cavalo. Ela se aproximou e abriu o portão.
Mel: Pois não? - ela perguntou me olhando da cabeça aos pés.
Chay: Bom dia, senhora. Eu me chamo Chay, sou morador da casa ao lado. Bom, ainda não são nem oito da manhã e o som da sua casa está me incomodando. - disse direto. - A senhora não poderia ligar mais tarde?
Mel: Bom meu senhor, quando eu comprei a casa, não assinei nada que me impedisse de ligar o som a hora que fosse. E você não pode me impedir de fazer o quero dentro da minha casa.
Chay: Não estou te impedindo de nada, só acho que não é hora de se escutar um som, ainda mais nessa altura. Eu tenho uma filha pequena e minha mãe que moram comigo, trabalho a semana inteira e único dia que eu posso descansar e acordar um pouco mais tarde, a senhora não deixa.
Mel: Então o senhor veio até aqui me repreender por está com o rádio ligado? - assenti. E me sugere que eu desligue? - assenti de novo. - E se isso não acontecer?
Chay: Se isso não acontecer eu terei que chamar a polícia. A escolha é sua.
Mel: Mas você é muito abusado hein. - ela agora falava um pouco alto.
Chay: Abusado eu? Você que não respeita os seus vizinhos, acabou de chegar no condomínio, nós temos regras, isso aqui não é bagunça. - disse também alto.
Mel: Meu senhor, eu não cumpro regras. agora se me der licença, eu tenho mais o que fazer. Tchau! - ela saiu fechando o portão na minha cara. Abusada. o que ela tinha de linda tinha de abusada, prepotente. Mas isso não iria ficar assim.
Mel narrando
Depois de alguns dias, minha casa já estava toda montada, tudo em seu lugar. Só faltava uma boa limpeza. No domingo, Isabela e eu acordamos cedo para começar a limpar, minha filha adorava essas coisas de arrumar e limpeza, ela era bem limpa e gostava de tudo no lugar. Começamos a arrumar o andar de cima, eu arrumei meu quarto e limpei o banheiro, Isabela arrumou o quarto dela. Depois fomos para o primeiro andar. Estava tudo muito tranquilo, um silêncio que estava me incomodando, decidi ligar o rádio, liguei um pouco alto, mas não me importei. Continuamos arrumando até que tocaram a campainha. Quando saí pra atender, me deparei com um homem maravilhoso, lindo, gostoso. Tudo de bom. Ele disse que se chamava Chay e era meu vizinho. Veio me dizer que o som da minha casa estava o incomodando devido ao horário. Ele falou, mas eu nem liguei, bati o portão na cara dele e entrei, eu não era mal educada, mas ele veio até a minha casa me dizendo o que eu deveria fazer. Depois de mais ou menos uns quarenta minutos, a polícia bateu na minha casa, fui obrigada e desligar o rádio. Aquele meu vizinho, idiota, lindo, charmoso iria me pagar. Isso não iria ficar assim.
Depois que Mel foi obrigada pela polícia a desligar o rádio, ela entrou pra casa revoltada, no fundo ela sabia que estava errada, mas o orgulho jamais a deixaria admitir. Por fim, ela e Isabela terminaram de arrumar a casa. Elas tomaram banho e Mel decidiu sair com a filha para almoçarem fora. Quando elas chegaram ao restaurante, uns dos pouco da cidade, estava bastante cheio, elas ficaram algum tempo esperando, até que a recepcionista veio até elas.
Recepcionista: Senhora, me desculpe, mas estamos lotado. Se a senhora não se importar, temos dois lugares em uma mesa já ocupada, o senhor que está não se importa que sentem mais duas pessoas.
Mel: Mas eu vim pra amoçar com a minha filha, vou ficar na companhia de estranhos?
Recepcionista: Me desculpe, senhora, mas só temos essa opção, ou a senhora espera mais algumas horas.
Isabela: Ah mamãe, vamos por favor! Eu estou com muita fome.
Mel: Tudo bem, vamos entrar. elas entraram no restaurante, a recepcionista as levou até a mesa em que elas sentariam. Quando elas chegaram a mesa, Mel não estava acreditando no que via.
Mel: Ora se não é o meu vizinho reclamão. - ela disse sarcástica.
Chay: Não acredito que é a senhora que vai sentar aqui. Eu não quero essas senhora aqui. - Chay disse para a recepcionista.
Recepcionista: Senhor, não temos mais lugares, estamos com o local cheio.
Chay: Eu não estou nem aí, aqui essa senhora não senta. - Mel olhava pra Chay com uma cara super brava.
Mel: Eu não preciso passar por isso, vou procurar outro lugar para almoçar. -disse saindo.
Isabela: Mamãe, estou com muita fome. - a menina reclamou e a mãe de Chay entrou na conversa.
Herica: Chay, que isso meu filho. Não custa nada deixarmos a moça sentar conosco. Pode se sentar querida. - ela levantou a puxou Mel até a cadeira. - E você meu amor, senta aqui do meu lado. - disse com Isabela que foi se sentar ao lado dela. Todos se sentaram e fizeram seus pedidos, Chay e Mel se encaravam a todo momento. Será que eles teriam um almoço tranquilo?
Segundo capítulo, amanhã eu posto PR, ainda estou pensando no capítulo. Espero que gostem. Beijos <3
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Capítulo 1
Chay narrando
Meu nome é Chay, tenho vinte e oito anos. Moro em uma cidade pacata do interior com minha filha Laura de cinco anos, apenas eu e ela. Minha esposa, mãe de Laura, morreu alguns dias depois que ela nasceu. Minha mulher teve complicações durante toda a gravidez de nossa filha, no dia do parto, ela não teve uma boa hora, sofreu muito e acabou falecendo dois dias depois. Desde então, eu vim para o interior com minha filha, eu tinha meus pais que moravam perto e minha mãe me ajudou bastante na criação de minha filha. Laura é tudo na minha vida, minha razão da viver, por ela eu sou capaz de tudo. Sou um homem muito discreto e sério, não gosto de sair, de festas e baladas, depois da mãe de Laura eu tive apenas uma namorada, mas ela não aguentou meu ritmo de vida e terminou comigo. Minha vida era de casa pro trabalho, do trabalho pra casa, enquanto eu trabalhava, Laura ficava com a babá durante o dia e a tarde ia para a escola. Eu não frequentava festas, apenas as da empresa, mas eu sempre dava um jeito de sair sempre antes. Minha mãe sempre diz que eu devo sair mais, conhecer novas pessoas e até arranjar uma namorada, afinal eu sou muito novo e mereço ser feliz. Mas até hoje eu não encontrei uma pessoa ideal, alguém que faça meu coração bater mais forte. Alguém que queira está comigo e que goste de mim do meu jeito. Acho que eu nunca vou encontrar uma pessoa igual a mãe de Laura. Eu estava na varanda do lado de fora da minha casa, quando vi o carro de meus vizinhos e também um outro carro que eu nunca tinha visto aqui. Meus vizinhos saíram do carro deles, e do outro saiu uma criança com uma mulher, a mulher tinha o cabelo escuro e usava um óculos de sol, logo eles entraram na casa. Depois de alguns minutos, eu entrei na minha casa, minha mãe estava na sala com Laura que dormia em seu colo.
Chay: Eu acho que os nossos vizinhos vão vender a casa. Acabou de chegar uma mulher com uma criança.
Herica: Ai que bom, tomara que eles consigam. Eles estão precisando tanto vender a casa. Vou sentir saudades dele.
Chay: Eu também. Tomara que os novos vizinhos sejam calmos e tranquilos como eles.
Mel narrando
Eu morava só com a minha filha Isabela, eu a tive muito nova, com dezenove anos. Quando descobri a gravidez, foi um choque pra todos, mas também foi uma alegria imensa. eu sempre sonhei em ser mãe, e quando Isabela chegou a minha ficou mil vezes mais feliz. Eu fiquei com o pai de minha filha por quatro anos, mas ele não aguentou o meu jeito e pediu a separação, nosso casamento também já não era a mesma coisa, então foi melhor cada um seguir o seu rumo. Mas ele continuou sendo um ótimo pai, presente, dava total atenção pra nossa filha. Eu sou uma mulher bastante animada, feliz. gosto de fazer festas, sair, gosto de curtir a vida, mas isso não significa que eu deixo minha filha de lado, claro que não. Sempre que eu saio, eu a deixo com meus pais, ou até mesmo com o pai dela, mas eu também não sou de virar a madrugada na rua, afinal eu sou uma mãe de familia. Depois do pai de Isabela, eu nunca mais tive um relacionamento sério, fiquei apenas com um cara, mas não deu certo. Eu ainda sonhava em te alguém de novo na minha vida. Quem sabe algum dia eu encontro. Eu morava na cidade grande com minha filha, meus pais moravam no interior. Como sou professora, não estava conseguindo arrumar um trabalho aqui e só vivia com a pensão que Isabela recebia do pai, então consegui um trabalho como professora na cidade dos meus pais. O pai de Isabela morava em são paulo, e não se importou da minha mudança de cidade. No começo fiquei com um pouco de receio de ter que me mudar para uma cidade pequena, sem muita movimentação, não era muito a minha cara. Mas eu precisava trabalhar, não queria viver pra sempre com o dinheiro que era da minha filha. Eu tinha encontrado uma casa, poucos minutos da casa de meus pais, eles insistiram para que nós fossemos morar com eles, mas eu não aceitei. A casa era bem grande, tinha dois quartos amplos, dois banheiros, uma cozinha, uma sala também grande, fora da casa tinha uma lavandaria, e atrás dela tinha uma ótima piscina, esse detalhe foi decisivo para fechar o contrato.
Mel então ficou com a casa. Ela e Isabela já estavam de mudança. Depois de alguns dias a casa já estava toda mobiliada, só faltava uma limpeza. Mel com a ajuda de sua filha começaram a limpar a casa, Mel não aguentando tanto silêncio, ligou o rádio na maior altura. Ela começou a dançar e pular com a vassoura na mão, Isabela apenas ria das palhaçadas da mãe. Do outro lado da cerca tinha alguém bastante incomodado com o barulho da casa de Mel. Chay. Era um domingo, um dia que ele podia descansar e dormir até mais tarde. Então ele foi até a casa de sua nova vizinha.
Tá ai o primeiro capitulo. Espero que gostem e comentem também. Queria dizer também, que as minhas férias já estão acabando, então pode acontecer de demorar um pouco pra postar web pra vocês. Mas vou fazer o máximo para postar pelo menos duas ou três vezes na semana. Espero que me entendam. Beijos <3
Meu nome é Chay, tenho vinte e oito anos. Moro em uma cidade pacata do interior com minha filha Laura de cinco anos, apenas eu e ela. Minha esposa, mãe de Laura, morreu alguns dias depois que ela nasceu. Minha mulher teve complicações durante toda a gravidez de nossa filha, no dia do parto, ela não teve uma boa hora, sofreu muito e acabou falecendo dois dias depois. Desde então, eu vim para o interior com minha filha, eu tinha meus pais que moravam perto e minha mãe me ajudou bastante na criação de minha filha. Laura é tudo na minha vida, minha razão da viver, por ela eu sou capaz de tudo. Sou um homem muito discreto e sério, não gosto de sair, de festas e baladas, depois da mãe de Laura eu tive apenas uma namorada, mas ela não aguentou meu ritmo de vida e terminou comigo. Minha vida era de casa pro trabalho, do trabalho pra casa, enquanto eu trabalhava, Laura ficava com a babá durante o dia e a tarde ia para a escola. Eu não frequentava festas, apenas as da empresa, mas eu sempre dava um jeito de sair sempre antes. Minha mãe sempre diz que eu devo sair mais, conhecer novas pessoas e até arranjar uma namorada, afinal eu sou muito novo e mereço ser feliz. Mas até hoje eu não encontrei uma pessoa ideal, alguém que faça meu coração bater mais forte. Alguém que queira está comigo e que goste de mim do meu jeito. Acho que eu nunca vou encontrar uma pessoa igual a mãe de Laura. Eu estava na varanda do lado de fora da minha casa, quando vi o carro de meus vizinhos e também um outro carro que eu nunca tinha visto aqui. Meus vizinhos saíram do carro deles, e do outro saiu uma criança com uma mulher, a mulher tinha o cabelo escuro e usava um óculos de sol, logo eles entraram na casa. Depois de alguns minutos, eu entrei na minha casa, minha mãe estava na sala com Laura que dormia em seu colo.
Chay: Eu acho que os nossos vizinhos vão vender a casa. Acabou de chegar uma mulher com uma criança.
Herica: Ai que bom, tomara que eles consigam. Eles estão precisando tanto vender a casa. Vou sentir saudades dele.
Chay: Eu também. Tomara que os novos vizinhos sejam calmos e tranquilos como eles.
Mel narrando
Eu morava só com a minha filha Isabela, eu a tive muito nova, com dezenove anos. Quando descobri a gravidez, foi um choque pra todos, mas também foi uma alegria imensa. eu sempre sonhei em ser mãe, e quando Isabela chegou a minha ficou mil vezes mais feliz. Eu fiquei com o pai de minha filha por quatro anos, mas ele não aguentou o meu jeito e pediu a separação, nosso casamento também já não era a mesma coisa, então foi melhor cada um seguir o seu rumo. Mas ele continuou sendo um ótimo pai, presente, dava total atenção pra nossa filha. Eu sou uma mulher bastante animada, feliz. gosto de fazer festas, sair, gosto de curtir a vida, mas isso não significa que eu deixo minha filha de lado, claro que não. Sempre que eu saio, eu a deixo com meus pais, ou até mesmo com o pai dela, mas eu também não sou de virar a madrugada na rua, afinal eu sou uma mãe de familia. Depois do pai de Isabela, eu nunca mais tive um relacionamento sério, fiquei apenas com um cara, mas não deu certo. Eu ainda sonhava em te alguém de novo na minha vida. Quem sabe algum dia eu encontro. Eu morava na cidade grande com minha filha, meus pais moravam no interior. Como sou professora, não estava conseguindo arrumar um trabalho aqui e só vivia com a pensão que Isabela recebia do pai, então consegui um trabalho como professora na cidade dos meus pais. O pai de Isabela morava em são paulo, e não se importou da minha mudança de cidade. No começo fiquei com um pouco de receio de ter que me mudar para uma cidade pequena, sem muita movimentação, não era muito a minha cara. Mas eu precisava trabalhar, não queria viver pra sempre com o dinheiro que era da minha filha. Eu tinha encontrado uma casa, poucos minutos da casa de meus pais, eles insistiram para que nós fossemos morar com eles, mas eu não aceitei. A casa era bem grande, tinha dois quartos amplos, dois banheiros, uma cozinha, uma sala também grande, fora da casa tinha uma lavandaria, e atrás dela tinha uma ótima piscina, esse detalhe foi decisivo para fechar o contrato.
Mel então ficou com a casa. Ela e Isabela já estavam de mudança. Depois de alguns dias a casa já estava toda mobiliada, só faltava uma limpeza. Mel com a ajuda de sua filha começaram a limpar a casa, Mel não aguentando tanto silêncio, ligou o rádio na maior altura. Ela começou a dançar e pular com a vassoura na mão, Isabela apenas ria das palhaçadas da mãe. Do outro lado da cerca tinha alguém bastante incomodado com o barulho da casa de Mel. Chay. Era um domingo, um dia que ele podia descansar e dormir até mais tarde. Então ele foi até a casa de sua nova vizinha.
Tá ai o primeiro capitulo. Espero que gostem e comentem também. Queria dizer também, que as minhas férias já estão acabando, então pode acontecer de demorar um pouco pra postar web pra vocês. Mas vou fazer o máximo para postar pelo menos duas ou três vezes na semana. Espero que me entendam. Beijos <3
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Meu Vizinho Favorito
Sinopse
''Chay é um homem viúvo, vive com sua filha Laura de cinco anos em uma cidade do interior. Um homem muito sério e calmo, não gosta de festas, frequenta somente as da empresa onde trabalha. Como pai, Chay é bastante protetor, odeia ver a filha chorar, vive somente para o bem estar dela. Mel acabou de chegar na cidade, mãe da pequena Isabela de sete anos, Mel é separada do pai da filha por um motivo, Mel adora sair, ama baladas, adora curtir a vida. Super alegre, vive sorrindo. Mas quando se trata de sua filha, Mel é uma super mãe, preocupada ao extremo com a filha, faz de tudo para ve-lá feliz. O destino vai dar seu jeito de unir duas pessoas totalmente diferentes. Mel será a nova moradora de uma casa, justo ao lado da casa de Chay, separados apenas por uma cerca. Ele um homem discreto e sério. Mel, uma morena maravilhosa que vai chegar para tirar o sossego e a paz de Chay e promete mudar a vida dele. Será que Mel vai conseguir mudar o Chay sério? E Chay, será que vai conseguir fazer com que Mel mude sua forma de viver a vida? Afinal, como dizem por aí, os opostos se atraem.''
''Chay é um homem viúvo, vive com sua filha Laura de cinco anos em uma cidade do interior. Um homem muito sério e calmo, não gosta de festas, frequenta somente as da empresa onde trabalha. Como pai, Chay é bastante protetor, odeia ver a filha chorar, vive somente para o bem estar dela. Mel acabou de chegar na cidade, mãe da pequena Isabela de sete anos, Mel é separada do pai da filha por um motivo, Mel adora sair, ama baladas, adora curtir a vida. Super alegre, vive sorrindo. Mas quando se trata de sua filha, Mel é uma super mãe, preocupada ao extremo com a filha, faz de tudo para ve-lá feliz. O destino vai dar seu jeito de unir duas pessoas totalmente diferentes. Mel será a nova moradora de uma casa, justo ao lado da casa de Chay, separados apenas por uma cerca. Ele um homem discreto e sério. Mel, uma morena maravilhosa que vai chegar para tirar o sossego e a paz de Chay e promete mudar a vida dele. Será que Mel vai conseguir mudar o Chay sério? E Chay, será que vai conseguir fazer com que Mel mude sua forma de viver a vida? Afinal, como dizem por aí, os opostos se atraem.''
Obs: A princípio será uma mini web, começarei a postar logo. Espero que gostem e comentem. Beijos <3
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